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quarta-feira, 30 de julho de 2014

NOVA POLÊMICA: IURD pode ter burlado a justiça para construir Templo de Salomão: ENTENDA TUDO


A Igreja Universal teria usado informações falsas para burlar a legislação e construir a nova sede da instituição, apontou parecer técnico apresentado à Prefeitura de São Paulo. De acordo com documentos obtidos pela Folha de S. Paulo, as informações colocadas como falsas pela CTLU – comissão independente que avalia autorizações do município – foram detectadas em 2006, quando a igreja pediu para levantar o Templo de Salomão. O prédio suntuoso custou R$ 680 milhões, segundo a Universal, e terá 74 mil metros quadrados de área construída. Na época, a instituição afirmou que queria reformar um grupo de imóveis. Como o terreno está localizado em uma área de interesse social, chamada de Zeis, uma nova construção em áreas demolidas acima de 500 m² exigiria a destinação de 40% do terreno para moradias populares – o que não é obrigatório em caso de reforma. O arquiteto Eduardo Nobre, representante da USP na comissão técnica, decidiu visitar o local ao achar “algo estranho” e descobriu que a fabrica foi, na verdade, demolida. Em sua defesa, a Universal apresentou documentos que diziam que o prédio foi adquirido em 2005 "com toda edificação aprovada e existente no local", mas que teve que demolir o imóvel em 2006 quando um engenheiro detectou que o prédio estava condenado. Nobre procurou, então, fotos aéreas feitas em 2003 e 2004, que mostraram que o prédio já estava demolido. Em seu parecer, o arquiteto menciona, ainda, que o patrimônio cultural mostrou interesse em tombar a fábrica em 2004, mas não conseguiu porque ela já havia sido destruída. Apesar dos indícios de fraude, a reforma foi aprovada na comissão após parecer da principal assessora de Aref no Aprov, Lúcia de Sousa Machado. Procurado pela Folha, o Ministério Público disse considerar o caso gravíssimo, com fortes indícios de fraude, e passível de uma ação demolitória contra o templo.
Bahia Notícias

segunda-feira, 7 de abril de 2014

VAZOU VÍDEO: Reunião SECRETA da Igreja Universal veja claramente o absurdo

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O Vídeo que a Igreja Universal não quer que você assista.

VEJA E REFLITA!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

É FATO: Justiça determina que Igreja Universal devolva a ex-fiel mais de R$ 74 mil

Justiça determina que Igreja Universal devolva a ex-fiel mais de R$ 74 mil
A Justiça do Distrito Federal acatou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e determinou que Igreja Universal do Reino de Deus devolva a uma ex-fiel mais de R$ 74 mil. A vítima alegou, na Justiça, que um pastor da Universal passou a pressioná-la para que doasse o dinheiro em sacrifício a "favor de Deus". Ela, que trabalhava como contadora, recebeu uma quantia significativa no trabalho e foi insistentemente indicada a fazer a doação de mais de R$ 74 mil à Igreja. O pastor que a intimidou teria sumido da igreja, sem dar satisfações logo após o recebimento.

Para a Universal, atos de doação como esse estão apoiados na liturgia da igreja, baseada em tradição bíblica, que prevê oferendas a Deus, em inúmeras passagens. A defesa destacou a história da viúva pobre, em que a Bíblia afirmaria ser muito mais significativo o ato de fé de quem faz uma doação tirando do próprio sustento. A Universal apontou ainda a impossibilidade de interferência estatal na liberdade de crença, sustentando que o Estado não poderia criar embaraços ao culto religioso.

O Tribunal do Distrito Federal considerou que as doações comprometeram o sustento da mulher e violavam o artigo 548 do Código Civil, que afirma ser nula a doação de todos os bens sem reserva de parte ou de renda suficiente para a subsistência do doador. Apontou ainda que o negócio jurídico nulo não pode ser confirmado nem convalesce com o decurso do tempo. Por isso, não se fala em decadência no caso. O valor a ser ressarcido será corrigido de acordo com as inflações, já que o valor de R$ 74 mil foi há quase dez anos. 
 
 Fonte: Metro1

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

FARRA GOSPEL: Políticos Evangélicos querem isenção de impostos para suas igrejas


domingo, 5 de maio de 2013

HOMOSSEXUALISMO GOSPEL: Filho de Edir Macedo dono da Record, se declara “Homossexual”

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Praticamente todos os sites de noticias gospel já publicaram as polêmicas envolvendo o filho do Bispo Bilionário Edir Macedo dono da Record e da IURD.
O jovem herdeiro da fortuna, Moyses Macedo, desde cedo mostrou ser muito diferente do pai, e isso nunca foi novidade para ninguém.
Para chamar a atenção, Moyses já gravou vários vídeos  polêmicos, entre eles, um  em que ele aparece simulando uma masturbação e até jogando uma Biblia para o alto.
Desta vez o jovem “Revoltado” não conseguiu esconder o que muitos suspeitavam, Brasileiros que moram nos Estados Unidos, afirmam categoricamente que Moyses Macedo é Homossexual.
Segundo informações,  ele é muito conhecido em Manhatham; distrito de Nova York, e que lá, todos sabem sobre sua homossexualidade.
Pelo menos lá em Nova York, ele é homossexual declarado.
Moyses praticamente cresceu nos States, e lá, longe de Edir,  vive uma realidade totalmente   diferente da do pai.
(Fonte: O Fuxico Gospel)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

BOQUETE UNGIDO: IURD diz que sexo oral é pecado quando houver orgasmo

O site Arca Universal, da igreja do bispo Edir Macedo, diz que o sexo oral está liberado aos casais, desde que não haja orgasmo porque, nesse caso, será pecado.

O site admite que haja sexo oral nas “preliminares” de uma relação para que o casal seja estimulado a “alcançar o ápice”.
Compara o oral com o anal, “quando o reto recebe uma introdução estranha à sua natureza”. Mas em seguida, se contradizendo, observa que não faz "diferença se for introduzido na boca um órgão genital, um dedo da mão ou do pé, desde que o momento de maior prazer sexual aconteça por meio do método reprodutivo básico dos seres humanos”.

Macedo às vezes discorre sobre sexo em seu blog. Ele já escreveu, por exemplo, que a masturbação é um “problema” que pode atrair “pensamentos sujos”.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

ORGIA CRISTÃ: Pastor evangélico é flagrado TREPANDO atrás do altar da igreja

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Video que acabou cainda na rede mundial através do X Videos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Igreja Universal de Edir Macêdo foi condenada por coagir fiel a fazer doações

http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/files/2012/01/Macedo.jpg
A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a pagar indenização de R$ 20 mil por ter coagido fiel a doar seus bens em troca de bênçãos. A decisão é da 9ª Câmara Cível do TJRS, que confirmou decisão de 1º Grau.
A mulher e seu companheiro ajuizaram ação na Comarca de Lajeado afirmando terem sido enganados e iludidos. A mulher narrou que o casal vinha passando por problemas financeiros, razão que a levou a procurar a Igreja Universal. Contou que, ao final de cada culto, os pastores recolhiam certa quantia em dinheiro e afirmavam que, quanto mais dinheiro fosse doado, mais Jesus daria em troca.
Salientou que, em função da promessa de soluções de seus problemas, realizou diversas doações: vendeu o veículo que possuía, entregou joias, eletrodomésticos, aparelho celular e uma impressora. Os autores pediram indenização por danos morais e materiais.
No 1º Grau, a Juíza Carmen Luiza Rosa Constante Barghouti condenou a ré a restituir os celulares e fax, dois aparelhos de ar-condicionado e uma impressora. Também determinou o pagamento de indenização por dano moral em R$ 20 mil.
A Igreja Universal recorreu da sentença. Alegou que não constrange seus fieis a entregar dízimos ou doações e que não há nenhuma prova de que a mulher estivesse provada de discernimento durante o período no qual frequentou a igreja. Salientou que ela passou a frequentar o local por vontade própria.
Apelação
Inicialmente, o relator da apelação, Desembargador Tasso Caubi Soares Delabary, salientou que, uma vez que o dízimo e a oferta, em regra, são atos de disposição voluntária voltados à colaboração com o templo religioso, podem ser classificados como doação. Mas destacou que a doação pode ser anulada quando a pessoa é coagida a doar, sob pena de sofrimento ou penalidades. Nesses casos, a violência psicológica é tão ampla e profunda que anula, por completo, a sensatez e a manifestação da vontade, salientou.
Citando decisão da magistrada de Lajeado, observou que as testemunhas ouvidas - dentre elas o pastos da igreja - confirmaram que a mulher, que era empresária, vinha passando por dificuldades financeiras. Alguns dias depois de começar a frequentar o local, ela teria dado um testemunho na igreja de que conseguira um bom contrato.
Os relatos de pessoas que frequentam a igreja explicaram como funciona a oferta, momento em que o pastor passa um envelope para os presentes realizarem doações. Uma delas contou que já entregou em torno de R$ 5 mil e um carro. Contaram também a respeito do voto quebrado. O fiel se compromete a uma determinada doação e recebe uma carta que, baseada em trecho da bíblia, traz as penalidades sofridas por quem não cumpre suas promessas.
A Juíza de 1º Grau apontou que a partir da prova testemunhal produzida, verifica-se que a instigação maior ao ato de doar é realizada nos dias da Fogueira Santa, ocasião em que os fieis são desafiados a realizarem donativos superiores, restando evidente que, apesar do consentimento externado pela doação, foi ele deturpado pela coação moral e psicológica exercida pela requerida [Igreja Universal].
Enfatizou que os depoimentos demonstram que a autora, juntamente com os demais fieis, foi desafiada a fazer donativos, inclusive superiores a sua capacidade financeira, com o objetivo de provar a fé e sob ameaça de não ser abençoada.
Danos materiais e morais
As testemunhas e documentos apresentados pela autora atestaram a entrega de dois aparelhos de ar-condicionado, um fax, uma impressora e uma cozinha. Parte desses bens foi devolvida aos autores, portanto foi determinada a restituição dos bens, conforme determinado na sentença. Quantos às doações que não foram comprovadas, não foi determinada sua devolução.
O dano moral foi mantido em R$ 20 mil, a fim de compensar a autora pelos danos sofridos e, ainda, inibir a condenada de práticas novos atos lesivos semelhantes. A quantificação do dano material (referente aos bens doados) será fixada na fase de liquidação de sentença.
A decisão é do dia 28/11. O Desembargador Leonel Pires Ohweiler e a Desembargadora Marilene Bonzanini acompanharam o voto do relator.
Apelação Cível nº 70051621894
Autor: Mariane Souza de Quadros

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